Judicial Inspeções da CGJ fortalecem o Judiciário no Agreste de Alagoas Ações reforçam eficiência, transparência e aproximam a Justiça das comunidades locais
07/01/2026 - 12:41:19
Corregedor e juízes auxiliares em inspeções no Agreste de Alagoas Corregedor e juízes auxiliares em inspeções no Agreste de Alagoas Niel Rodrigues

A Corregedoria Geral da Justiça de Alagoas (CGJAL) realizou, em 2025, inspeções em unidades judiciárias do Agreste, nas comarcas Arapiraca e Palmeira dos Índios. O objetivo das visitas foi avaliar o funcionamento dos cartórios e varas, identificar dificuldades e propor melhorias, reforçando o compromisso do Judiciário com a eficiência nos serviços prestados à sociedade.

Foram inspecionadas as treze unidades judiciárias da comarca de Arapiraca, um cartório e quatro unidades judiciárias em Palmeira dos Índios. As ações têm se mostrado fundamentais para aproximar a Justiça das comunidades locais, especialmente em municípios que enfrentam desafios estruturais. Durante as inspeções, são verificadas rotinas administrativas, organização de processos e cumprimento de prazos, além de serem oferecidas orientações técnicas às equipes.

Segundo Celyrio Adamastor, as inspeções são instrumentos fundamentais para garantir a regularidade, eficiência e transparência na prestação jurisdicional, além de permitir a verificação do funcionamento das unidades judiciárias, a identificação de eventuais falhas, como também boas práticas que podem ser replicadas para outras comarcas.

“Nosso diálogo foi no sentido de aproximar a Corregedoria das realidades locais e fortalecer a gestão dos juízes e servidores nas unidades judiciárias. Requisitamos, ainda, que os magistrados residam na comarca onde são titulares e orientamos para que reservem uma hora em cada expediente para que possam atender aos advogados”, ressaltou.

O juiz Kleber Borba ressaltou ainda que, embora o termo ‘inspeção’ costume remeter à ideia de fiscalização, o objetivo central da iniciativa é identificar e registrar as dificuldades enfrentadas pela comarca, a fim de avaliar de que forma a Corregedoria pode oferecer o suporte necessário. Segundo ele, as demandas que não se enquadrarem na competência da Corregedoria serão devidamente encaminhadas à Presidência do TJAL ou à ESMAL, conforme a natureza de cada caso.

“Diariamente, recebemos expedientes do CNJ, muitos deles com prazos curtos; e nossa atuação consiste, muitas vezes, em repassar essas demandas às unidades judiciárias. Apesar dos desafios, precisamos do comprometimento de todos: servidores, magistrados, cartórios e gabinetes atuando com dedicação e harmonia, o que certamente contribuirá para a melhoria dos nossos indicadores”.

O juiz Geneir Marques afirmou que a Corregedoria considera as peculiaridades das unidades judiciárias, porque, atualmente, já é possível compreender a dinâmica de funcionamento por meio dos painéis de monitoramento dos indicadores do primeiro grau de jurisdição. 

“Nossa visita tem como propósito promover um trabalho de orientação dialogada e a busca conjunta de soluções para os desafios enfrentados pelas comarcas. Espero que esta visita seja proveitosa e que traga contribuições relevantes para todos os envolvidos”, disse.


Ascom CGJ/AL
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