Esmal 03/03/2026 - 12:03:21
Novos juízes do TJAL conhecem procedimentos das serventias extrajudiciais em aula desta terça (3)
Encontro foi conduzido pela juíza auxiliar da CGJ, Laila Kerckhoff, que abordou a função fiscalizatória do magistrado corregedor permanente

Juíza auxiliar da CGJ, Laila Kerckhoff, conduziu aula do CFI sobre fiscalização das serventias extrajudiciais na sede da Esmal. Juíza auxiliar da CGJ, Laila Kerckhoff, conduziu aula do CFI sobre fiscalização das serventias extrajudiciais na sede da Esmal. Filipe Norberto

A turma de novos juízes substitutos do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) participa, nesta terça-feira (3), da aula da disciplina “O juiz e os serviços extrajudiciais no âmbito do TJAL”, que integra o cronograma de atividades do Curso de Formação Inicial (CFI). O encontro é ministrado pela juíza auxiliar da Corregedoria Geral de Justiça (CGJ), Laila Kerckhoff, na sede da Escola Superior da Magistratura (Esmal).

Segundo a magistrada, o propósito da aula é contextualizar os novos juízes quanto às particularidades das serventias extrajudiciais do estado de Alagoas, além de apresentar a dimensão prática da atuação do magistrado como corregedor permanente.

“Estamos apresentando o panorama do serviço extrajudicial no estado de Alagoas. Trazemos também a dimensão prática da atuação do juiz como corregedor permanente, especialmente no que diz respeito à sua principal atribuição que é a fiscalização das serventias”, destacou Laila Kerckhoff.

Durante a aula, a magistrada explicou o modelo de inspeção utilizado pela Corregedoria, com análise de cada etapa do procedimento. “ Estamos examinando ponto a ponto o que os novos juízes precisam saber, o que devem observar e quais aspectos devem apurar, tanto em relação aos delegatários quanto aos serviços por eles prestados”, complementou.

Laila ressaltou ainda que o conteúdo contribui para que os novos magistrados já iniciem suas atividades nas comarcas aptos a exercer a função correicional. “Quando forem realizar correições, eles terão a compreensão necessária sobre os serviços executados pelas serventias e sobre a qualidade que deve ser assegurada nessas atividades”, concluiu.

Filipe Norberto – Ascom/Esmal

imprensa@tjal.jus.br

 


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