A Corregedoria Geral da Justiça de Alagoas (CGJAL) inspecionou, nesta terça-feira (16), as comarcas de Igreja Nova, Junqueiro, Porto Real do Colégio e Teotônio Vilela. A iniciativa busca fortalecer a prestação jurisdicional e garantir um serviço mais célere à população, promovendo a agilidade e a eficiência processual por meio da padronização de procedimentos e do apoio à resolução de casos complexos.
As atividades foram coordenadas pelos juízes auxiliares Geneir Marques e Kleber Borba, que orientaram os trabalhos de análise dos dados extraídos dos painéis de monitoramento desenvolvidos pela Corregedoria-Geral da Justiça, bem como a verificação do cumprimento das metas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
As inspeções também permitem à Corregedoria identificar eventuais necessidades de capacitação de magistrados e servidores, além de demandas relacionadas à infraestrutura e à manutenção física das unidades jurisdicionais.
Na divisão dos trabalhos, o juiz Geneir Marques ficou responsável pelas comarcas de Igreja Nova e Porto Real do Colégio, enquanto as unidades de Junqueiro e Teotônio Vilela foram inspecionadas pelo juiz Kleber Borba.
“As visitas às unidades foram bem proveitosas porque tivemos a oportunidade de dialogar com magistrados e servidores sobre os índices de produtividade e o cumprimento das Metas Nacionais do CNJ. Foi também um momento de conhecer a dinâmica de trabalho, sanar dúvidas e identificar as principais dificuldades na prestação jurisdicional”, disse o juiz Kleber Borba.
“Essa proximidade reforça o compromisso da Corregedoria de atuar como parceira das unidades judiciais, promovendo uma gestão mais eficiente e um serviço cada vez melhor para a sociedade. Por meio das inspeções, fortalecemos o diálogo institucional e construímos, de forma conjunta, soluções para os desafios enfrentados diariamente por magistrados e servidores”, ressaltou o juiz Geneir Marques.
Também participaram das inspeções as servidoras Patricia Sarmento e Roberta Gonzaga, da Divisão de Inspeção e Correição (DIC), e Catharina Melo e Michelle Uchôa, da Assessoria Especial Judicial (AEJ).
Alice Nobre - Ascom CGJAL
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