A coordenadora da Mulher do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), juÃza Priscilla Cavalcante, participou do I Encontro Nacional das Coordenadorias Estaduais da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O evento reuniu representantes das coordenadorias dos tribunais de justiça de todo o paÃs.
O encontro teve como objetivo fortalecer a gestão e a governança da agenda nacional do CNJ voltada ao enfrentamento da violência contra a mulher. A iniciativa também buscou promover o diálogo entre as Coordenadorias Estaduais da Mulher, identificar desafios, construir soluções estratégicas, alinhar esforços nacionais e consolidar iniciativas estruturantes para o biênio 2026-2027.
Segundo a juÃza Priscilla Cavalcante, um dos principais focos da programação foi discutir questões estruturais relacionadas à s coordenadorias da mulher nos tribunais brasileiros.
“O objetivo foi reunir as representantes das coordenadorias da mulher de todos os tribunais de justiça para discutir questões estruturais das coordenadorias e também questões relativas à análise das Medidas Protetivas de Urgência no prazo legal, assim como pensar sobre as dificuldades de implementação e concessão dessas medidas, levando em consideração as questões de gênero e a aplicação do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero”, destacou.
Durante o encontro, também foram debatidos os desafios enfrentados pelos tribunais na implementação das polÃticas de enfrentamento à violência de gênero e compartilhadas experiências bem-sucedidas desenvolvidas em diferentes estados.
Para a magistrada, a troca de experiências foi um dos pontos mais relevantes da iniciativa. Ela ressaltou que o encontro possibilitou o diálogo entre representantes de diversas regiões do paÃs e a construção conjunta de estratégias para superar obstáculos comuns.
“O encontro foi muito importante para o diálogo com outros estados, o conhecimento de experiências exitosas em outras coordenadorias e a discussão sobre possÃveis soluções para os desafios e dificuldades encontrados para a implementação da polÃtica de enfrentamento à violência de gênero nos tribunais”, afirmou.
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